A gruta da Tailândia como símbolo das grutas pessoais e da união entre as medicinas ocidental e oriental

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Certas notícias ficam na História, eternizam-se em livros e filmes, dão voltas e voltas ao mundo porque de forma subtil e poderosa representam algo em nós. Despertam tanto a angústia de uma provação, como a manifestação do milagre almejado. Não é por serem mais importantes que sobressaem, é por serem um ensinamento para as nossas próprias vidas.

Termos a mestria de aproveitar os momentos mais difíceis, mais escuros e mais crus de forma proveitosa, está longe de ser fácil. O que fez o mundo ficar grudado a esta história, foi a curiosidade em saber como é que se faz quando não se pode virar a cara a uma situação. Todos nós temos as nossas grutas e a perícia de nos aperfeiçoar e transcender, embora pareça mais seguro nem sequer para lá olhar.

A falta de alternativa para aquelas crianças, jovens e para o seu treinador gerou inevitavelmente interesse. Ao espalhar-se a notícia que foram encontrados a meditar, 9 dias depois de terem desaparecido, mostrou ao mundo um outro caminho. Nem por acaso, “saber o melhor caminho” é a origem da palavra medicina, que vem do latim mederi. Nem por acaso quem os encontrou e lá permaneceu vários dias foi um médico!

Não é preciso ter-se claustrofobia para esta história nos acelerar o coração. Nem só quem tem medo do escuro se sente agitado com aquela situação. Não é necessário acreditar-se no poder da oração, da meditação ou de qualquer outro amparo da alma para se saber que o coração de cada um deles, unido ao coração dos outros, unido ao coração da esperança, foi a luz e o alimento que lhes faltou. Não é sequer possível imaginar que sem a medicina, os médicos e todo o conhecimento da área tradicional seria possível o final desejado.

O mundo, as sociedades e cada um de nós passa regularmente por crises de diferentes ordens. Esta notícia, que fez o mundo roer as unhas, mostra-nos como as medicinas tradicional e ocidental são complementares uma à outra. Mostra-nos que nem tudo é física e química, que nem tudo é alma e esperança. Que há caminhos a conhecer, a descobrir.

O mundo redescobre-se, reinventa-se, renova-se constantemente. Há descobertas científicas a acontecer a toda a hora, há cada vez mais pessoas a dedicarem-se ao seu crescimento espiritual e não apenas profissional e pessoal, há cada vez melhores formas de cura física, emocional e mental através das áreas quer tradicional quer holística.

O mundo foi testemunha de que cada vez que se dão as mãos, um milagre fica mais perto de acontecer. Embora a história não tenha sido perfeita, várias são as maravilhas que se imortalizam. Muitas são as lições que ficam. Muitas foram as mãos dadas.

É muitas vezes no dar as mãos que penso nos Florais Portugueses que fazem parte da minha vida. Eles dão as mãos a qualquer terapia tradicional, quer na área de cura física quer na área da saúde mental e emocional. Os Florais de Anura são em si mesmos uma forma natural de equilíbrio, outras vezes são uma forma complementar. Numa fratura exposta, o melhor é ir a um hospital, mas pode sempre tomar o floral tranquilidade ou o floral sos se for o caso! Se anda cansado pode tomar o floral revitalização, mas pode também fazer análises! A minha experiência com os Florais de Anura vem de 2012, quer como utilizadora quer como terapeuta. Esta Farmácia Natural ajuda adultos e crianças e até animais nos caminhos simples ou complexos que somos levados a trilhar.

Resta-me desejar o melhor caminho a todos os que leram o meu artigo, a todos os que não leram e se sobrar alguém, desejo exactamente o mesmo!

Inês Biocas * www.almanaterra.com * geral@almanaterra.com

(origem da imagem desconhecida)